O Ministério da Saúde anunciou, nesta semana, a ampliação dos programas de saúde digital para municípios de pequeno e médio porte. A medida pretende modernizar o atendimento na atenção básica e especializada, permitindo o uso de prontuários eletrônicos, telemedicina e sistemas integrados de gestão.
Segundo o órgão, a meta é que, até o final de 2026, todas as cidades brasileiras contem com algum nível de informatização dos serviços de saúde. Isso deve agilizar diagnósticos, reduzir filas e melhorar a coordenação entre unidades.
Principais recursos previstos
- Prontuário eletrônico unificado: Histórico do paciente acessível em qualquer unidade de saúde do município.
- Telemedicina: Consultas e laudos a distância, especialmente para regiões com escassez de médicos especialistas.
- Integração de sistemas: Comunicação direta entre atenção básica, especializada e urgência.
- Painéis de gestão: Indicadores de saúde para apoiar decisões de gestores e secretarias municipais.
Benefícios esperados
A implantação dos programas deve reduzir a duplicidade de exames, melhorar a continuidade do cuidado e ampliar o acesso da população a serviços especializados. Para gestores, a tecnologia permitirá monitorar melhor os recursos e identificar gargalos no atendimento.
Desafios para implementação
Entre os principais obstáculos estão a infraestrutura de internet em áreas remotas, a capacitação de profissionais para uso dos sistemas e a garantia de segurança e privacidade dos dados de saúde.
Fonte: Ministério da Saúde – Programa Conecte SUS (consulta em agosto de 2025).